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segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Segurar xixi pode ou não causar doenças? Urologista explica

Segundo urologista, não há evidências que associem o ato de segurar o xixi ao desenvolvimento de doenças, como a infecção urinária, por exemplo
Na correria diária, até mesmo as necessidades fisiológicas são adiadas e, entre um afazer e outro, é comum segurar o xixi. Mas será que isso prejudica a saúde? O médico Fernando Almeida, urologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, em São Paulo, garante que essa preocupação é mito e que não há evidências que associem o ato de segurar o xixi ao desenvolvimento de doenças, como a infecção urinária, por exemplo.


De acordo com ele, o organismo tem mecanismos para se proteger. “O cérebro recebe informações conforme a bexiga vai se distendendo. A primeira mensagem e desejo de urinar ocorre quando a bexiga está com volume de aproximadamente 150 ml. Quando essa quantidade passa para o intervalo de 400 ml a 500 ml, o desejo é tão forte que não é possível mais adiar a ida ao banheiro”, explica.

O médico ressalta ainda que a preocupação das pessoas deveria estar voltada à hidratação, mas não necessariamente a uma meta que as obrigue a tomar uma determinada quantidade de litros de água por dia.

“O importante é observar a cor da urina. É ela que vai nos mostrar se estamos hidratados ou não. A quantidade de água ideal depende de vários fatores, como ambiente, temperatura e umidade. Por isso, a melhor forma de saber se estamos hidratados é ver a cor da urina. Não é preciso que ela esteja transparente, mas quanto mais clarinha, mais hidratado está o corpo. Quando a urina apresenta aspecto amarelo escuro é sinal de que está passando da hora de beber água”, complementa.

Portal Correio

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