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segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Conheça as barragens sob risco de desabamento do Nordeste

Bahia, Alagoas e Rio Grande do Norte são os estados que possuem maior quantidade de reservatórios com problemas
Reprodução/OP9 
De acordo com a ANA, há 24 barragens sob
risco de desabamento no Nordeste
A região Nordeste possui 24 barragens sob risco de desabamento. O alerta foi feito em novembro passado pela Agência Nacional de Águas (ANA) por meio do Relatório de Segurança de Barragens 2017 (RSB).


O custo estimado para recuperar essas barragens era de pelo menos R$ 52.240.000,00. Mas o valor é muito maior porque 10 barragens não tiveram essa estimativa para recuperação feita.

O estado com maior número de barragens sob risco é a Bahia, com 10 reservatórios. São eles: Afligidos (em São Gonçalo dos Campos), Apertado (Mucugê), Araci (na cidade de mesmo nome), Cipó (Mirante), Luiz Vieira (Rio de Contas), RS1 e RS2 (ambos em Camaçari), Tabua II (Ibiassucê), Zabumbão (Paramirim) e Pinhões (Juazeiro/Curaçá).

Desses, seis não contêm estimativa para a recuperação. Os outros quatro – Araci, Luiz Vieira, Tábua II e Pinhões – precisariam de R$ 6 milhões para serem recuperados. Os problemas encontrados são fissuras, rachaduras, trincas, erosões, buracos e corrosões.
 
Na Bahia, problemas incluem erosões, buracos e
rachaduras (Imagem: Reprodução/RBS2017)
Alagoas é o segundo estado nordestino com mais estruturas sob risco, 6 ao todo. Foram listadas no RSB da ANa as barragens de Prado, São Francisco e Gulandim (todas em Teotônio Vilela); Piauí (São Sebastião), Bosque IV (Junqueiro) e Canos (Maceió).

Os problemas apontados são vertedouro quebrado ou insuficiente. O valor estimado para recuperação desses reservatórios era de R$ 1,4 milhão.

Em Alagoas, todos os problemas se concentram
nos vertedouros (Imagem: Reprodução/RBS2017)
No RN, relatório aponta “situação precária de manutenção”

No Rio Grande do Norte, segundo a ANA, cinco barragens apresentavam algum comprometimento estrutural importante, entre elas, o açude Gargalheiras, em Acari, cujo nome oficial é Marechal Eurico Gaspar Dutra.
Além deste reservatório também foram incluídas no RSB da ANA a barragem Passagem das Traíras (Jardim do Seridó), Calabouço (Passa e Fica), e mais dois reservatórios privados, Barbosa de Baixo e Riacho do Meio.

Os problemas listados são trincas, fissuras e erosão. Para a barragem de Calabouço é apontada “situação precária de manutenção”. Apenas Gargalheiras e Passagem das Traíras tinham valores de recuperação estimado: R$ 4.010.000.
 
No Rio Grande do Norte, custo para
recuperação é estimado em R$4,1 milhões
(Imagem: Reprodução/RBS2017)
Há ainda barragens com problemas no Ceará (Jaburu I), em Pernambuco (Jucazinho) e em Sergipe (Sindicalista Jaime Umbelino de Souza). A barragem pernambucana inclusive é que possui maior estimativa para recuperação, R$ 40 milhões.

Pernambuco, Sergipe e Ceará tem
uma barragem cada, com problemas
(Imagem: Reprodução/RBS2017)
OP9

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