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quinta-feira, 21 de março de 2019

Campina Grande entra em estado de calamidade

Campina e outras oito cidades da região estão sem água desde o dia 15 de março por causa de problemas em estação de tratamento

População busca água em poços
(Foto: Esildo Filho/Correio Campina Grande)
O prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSDB), decretou nesta quinta-feira (21) situação de calamidade pública. A medida foi tomada para agilizar o envio de caminhões-pipa no município para abastecer parte da população campinense que ainda está sem água desde sexta-feira (15).

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O decreto de calamidade ocorre como forma emergencial na situação, sendo assim desnecessária a realização de uma licitação. O prefeito se reuniu com o vice-prefeito, Enivaldo Ribeiro (Progressistas) com secretários municipais e a Defesa Civil para montar um plano de ação e minimizar os efeitos da falta de água.

Com essa medida, é esperado que ocorra a liberação de cisternas na cidade e poços artesianos para a população. Os vereadores Alexandre do Sindicato (PHS) e Antônio Alves Pimentel (PSD), ainda nesta quinta (21), informaram que vão ingressar com um requerimento de urgência, na Câmara Municipal de Campina, solicitando esse decreto.

A crise
Campina Grande (e distritos), Queimadas, Barra de Santana, Caturité, Lagoa Seca, São Sebastião de Lagoa de Roça, Matinhas, Alagoa Nova e Pocinhos estão enfrentando crise hídrica desde que uma pane elétrica na estação de tratamento Gravatá ocorreu na sexta-feira (15), em Queimadas (PB), e deixou as cidades sem água.

De acordo com a  Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa), o conserto do problema deverá ser finalizado nesta sexta-feira (22), mas precisa ser testado. Caso os testes sejam bem sucedidos, a água será liberada e só vai alcançar as torneiras de todas as nove cidades afetadas a partir de domingo (24) ou segunda (25).

Unidades de Saúde sem atendimento
A Secretaria de Saúde de Campina Grande emitiu uma nota oficial à imprensa na noite desta quarta-feira (20) por meio da qual informa que “está trabalhando para garantir a execução dos serviços de saúde pública no município, mesmo diante do desabastecimento de água”.

Além da atenção básica, o esforço maior é para subsidiar os hospitais. A Secretaria dispõe de três caminhões-pipa para abastecer toda a rede hospitalar e as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).

Nesta quinta-feira (21) a lista contendo das Unidades Básicas e Centros de Saúde que precisaram interromper os procedimentos por falta de abastecimento foi atualizada pela secretária, chegando a 42 unidades.

Portal Correio

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