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domingo, 20 de outubro de 2019

Justiça da Infância e Juventude fecha festa por exploração sexual de adolescentes em João Pessoa

Festa no bairro do Bessa cobrava R$ 15 de entrada e dava direito à bebida alcoólica, preservativo e quarto por 30 minutos. Justiça encontrou mais de 100 adolescentes no local

Preservativos, bebidas alcoólicas e outras
drogas foram encontradas na festa
no bairro do Bessa, em João Pessoa
(Foto: Divulgação/1ª Vara da Infância e Juventude)
Agentes da 1ª Vara da Infância e da Juventude acabaram com uma festa que iria acontecer em uma casa no bairro do Bessa, em João Pessoa, por suspeita exploração sexual de adolescentes e consumo de bebida alcoólica. Segundo o juiz da infância e da juventude, Adhailton Lacet Porto, responsável pela ação, os agentes encontraram muitos adolescentes, grandes quantidades de bebida alcoólica e preservativos.

Os organizadores da festa fugiram do local com a chegada dos agentes. De acordo com o juiz Adhailton Lacet, o dono da casa onde era realizado o evento informou, por telefone, que não sabia que a festa teria presença de adolescentes com consumo de bebidas alcoólicas e exploração sexual.

O proprietário da casa foi notificado e intimado a prestar depoimento na 1ª Vara da Infância e da Juventude. A casa foi fechada e o material que estava no local apreendido pelos agentes da infância e juventude.

Ingresso da festa dava direito a consumir
bebidas alcoólicas e usar quarto por 30 minutos
(Foto: Divulgação/1ª Vara da Infância e Juventude)
“Eu irei receber o auto de infração segunda-feira com todos os detalhes. Mas foi uma mãe de adolescente que estuda no Marista que, ao ver o celular do filho, descobriu essa "festa" secreta em um grupo com mais de duzentos adolescentes”, explicou o juiz.

A festa seria em um condomínio próximo ao Aeroclube da Paraíba, mas os organizadores decidiram mudar o local após o endereço ter “vazado”. Ainda assim, a Justiça descobriu o novo local e realizou a ação. Segundo o juiz Adhailton Lacet Porto, a entrada da festa era R$ 15 e dava direito à bebida alcoólica, um quarto por 30 minutos e preservativos.

“O preço muito barato nos leva a crer que seria uma maneira de viciar jovens com outras drogas para criar um exército de dependentes”, explicou o magistrado.

G1 PB

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