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quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Delegado Seccional de Solânea revela detalhes da morte do cabo Edmo Tavares

Segundo Diógenes, pelo menos 12 testemunhas foram ouvidas, além dos policiais militares do Rio Grande do Norte, acusados do crime
Foto: Divulgação 
Delegado Diógenes Fernandes
O delegado Seccional de Solânea (PB) Diógenes Fernandes, afirmou durante entrevista à Rádio Campina FM que o processo de investigação da morte do policial militar Edmo de Lima Tavares, está bastante avançado e que o inquérito segue o fluxo normal. O policial foi morto em Tacima, na Paraíba.

Segundo Diógenes, pelo menos 12 testemunhas foram ouvidas, além dos policiais militares do Rio Grande do Norte, acusados do crime. O laudo da necropsia já foi finalizado e as armas usadas foram encaminhadas para a perícia.

“O perito descreveu quatro lesões por arma de fogo. Os tiros não foram efetuados próximo à vítima. Os projéteis coletados no corpo serão encaminhados à análise balística, as armas já estão apreendidas e várias outras providências já foram tomadas pela Polícia Civil”, disse.

O delegado ainda ressaltou que o policial paraibano Edmo, inicialmente visualiza os policiais do Rio Grande do Norte, saca a arma e é alvejado na perna. Ele disse que ainda não há clareza se Edmo teria entrado no carro ferido ou foi alvejado ao sair dele. O que é claro é que o policial teria conseguido pular um muro e se escondido em alguma residência no local e, neste momento, já estava ferido.

Policial Edmo
(Foto: Divulgação)
“Quando ele retorna ao encontro da polícia é alvejado novamente. Os acusados dizem que, diante daquela gritaria, não se escutou ninguém dizer que a vítima era PM e para eles. Edmo e o suspeito [alvo da suposta operação] estariam juntos. Por uma triste coincidência, o foragido estava ao lado do veículo de Edmo e, inclusive, estava escorado no carro do policial”, contou.

Diógenes disse que diante dos depoimentos e pela lógica investigativa, foi uma coincidência o policial Edmo estar próximo ao foragido no momento do fato.

Este estava escondido há pelo menos dois meses na cidade.

Blog do Pedro Júnior/Rádio Campina FM/Paraíba Online

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